7 de Dezembro de 2009

próximo recital

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O último rascunho de
DOZE MESES MENOS UM
é no dia
28 de dezembro, segunda-feira

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30 de Novembro de 2009

último recital: Tudo é Bíblias. Tudo é Grande Sertão. 30 de Novembro e 4 de Dezembro.

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DOZE MESES MENOS UM: rascunhos

rascunho # 10

Tudo é Bíblias. Tudo é Grande Sertão.


30 de Novembro e 4 de Dezembro, às 22h00
no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca
Largo da Senhora-a-Branca, nº 23

Adélia Prado, escritora brasileira nascida em Divinópolis, Minas Gerais, a 13 de Dezembro de 1935, retrata o quotidiano com simplicidade, perplexidade e humor. O Sindicato estende os poemas de Adélia para secar. A poesia é um fenómeno natural, como a chuva em Novembro. Um recital no feminino de uma poeta que diz que quando escreve é homem. Nas palavras de Carlos Drummond de Andrade: "Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis". Não aguardamos a salvação nas palavras de Adélia, mas agrada-nos a sua companhia. Os seus poemas são líricos, suaves, simples. Leves? Duvidamos. A conferir nos dias 30 de Novembro e 4 de Dezembro, às 22h, na Velha-a-Branca – Estaleiro Cultural.

Porque tudo que invento já foi dito
nos dois livros que eu li:
as escrituras de Deus,
as escrituras de João.
Tudo é Bíblias. Tudo é Grande Sertão.

- Adélia Prado


Poemas de Adélia Prado, ditos por Ana Arqueiro, Carolina Losa, Manuela Martinez, Marta Catarino (que dirige) e Sandra Andrade.

Imagem de João Catalão.
Fotografias do recital de Luís Tarroso.

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26 de Outubro de 2009

a poesia, o vinho e as rosas

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dia 26 de outubro, às 21h45, na Velha-a-Branca
o rascunho # 09 de «doze meses menos um»:
A Poesia, o Vinho e as Rosas
Com Ana Gabriela Macedo, Fernando Coelho, Francesca Rayner, Gaspar Machado e Manuela Martinez + Ana Luísa Amaral

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28 de Setembro de 2009

Mui Alto e Mui Perflugente Recital

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doze meses menos um - rascunho # 8

28 de Setembro de 2009, às 21h45
Salão Medieval da Biblioteca Pública de Braga (Largo do Paço)


Desta vez fomos ao Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, cancioneiro impresso em 1516 e que contem 880 composições de cerca de 300 escritores portugueses produzidas nas cortes de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I. Mas também haverá poemas do século vinte e música e dança e uma vihuela.

Poemas do Cancioneiro de Garcia de Resende e alguns poemas do século vinte, ditos por: Gaspar Machado, Manuela Martinez e Marta Catarino.

Música ao vivo: Jorge Costa (vihuela) e Quarteto Gaudia IV (soprano- Estefânia Surreira; contralto- Alzira Martinho; tenor - Armando Peixoto; baixo- Nuno Araújo)

Danças: Gabriela Barros e Lara Franco, dirigidas por Cristina Mendanha e Joana Domingues

Cartaz:
Francisco Areias

Fotografia: Miguel Meira

Direcção:
Gaspar Machado com António Durães

Cúmplices: Isabel Fernandes

Cumplicidades:
Biblioteca Pública de Braga, Velha-a-Branca estaleiro cultural, Rádio Universitária do Minho, Museu Alberto Sampaio, Arte Total

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apresentação também no dia
30 de Outubro, 21h45, no Museu Alberto Sampaio, Guimarães,
com Ana Arqueiro em substituição de Marta Catarino

nota à imprensa:

No próximo dia 30 de Outubro, pelas 21h45m, na Sala do Capítulo, o Museu de Alberto Sampaio, em parceria com o Sindicato de Poesia, organiza um recital de poesia intitulado «mui alto e mui perflugente recital».
O Sindicato de Poesia decidiu agarrar em poemas do «Cancioneiro Geral de Garcia de Resende», – cancioneiro impresso em 1516 e que contém 880 composições de cerca de 300 escritores portugueses produzidas nas cortes de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I –, a que juntou poemas do século XX, música, dança e uma vihuela, e realizou um interessante recital de poesia.
Haverá seguramente uma simbiose perfeita entre a poesia e o espaço do museu. A não perder!
Pela primeira vez o Sindicato de Poesia vem ao Museu de Alberto Sampaio e, deseja-se que este seja um dos muitos recitais a realizar, no futuro, neste espaço.

Programa:
Poemas do Cancioneiro de Garcia de Resende e alguns poemas do século vinte, ditos por: Ana Arqueiro [AA], Gaspar Machado [GM] e Manuela Martinez [MM].
Música ao vivo: Jorge Costa [JC] (vihuela) e Quarteto Gaudia IV (soprano- Estefânia Surreira ; contralto- Alzira Martinho; tenor - Armando Peixoto; baixo- Nuno Araújo)
Danças: Gabriela Barros [GB] e Lara Franco [LF], dirigidas por Cristina Mendanha e Joana Domingues
Direcção: Gaspar Machado com António Durães
Cartaz: Francisco Areias
Direcção: Gaspar Machado com António Durães
Cumplicidades: Biblioteca Pública de Braga, Velha-a-Branca estaleiro cultural, Rádio Universitária do Minho, Museu de Alberto Sampaio, Arte Total

Para saber mais:

O Sindicato de Poesia é uma Associação Cultural que desde Outubro de 1996 trabalha o acto performativo de dizer poesia. Com mais de 200 recitais realizados, e o envolvimento de mais de 150 participantes no acto de dizer poesia, o Sindicato teve a oportunidade de apresentar recitais coordenados por, entre outros, António Durães, António Fonseca, Almeno Gonçalves, Sandra Faleiro, Afonso Fonseca, Miguel Azguime, Marcantonio del Carlo, Luís Assis, estabelecendo cumplicidades com actores, como João Reis, Natália Luiza, Márcia Breia, Carmen Dolores, músicos, como os Miso Ensemble e Miguel Carneiro, fotógrafos, como Pedro Guimarães e Manuel Correia.
Desde o Cancioneiro Geral de Garcia de Resende à nova Poesia Portuguesa, a T.S. Eliot ou Dylan Thomas, Ruy Belo ou Alberto Pimenta, Ana Luísa Amaral ou Federico Garcia Lorca, San Juan de La Cruz ou Bocage, muitos são os poetas cujas palavras o Sindicato já procurou habitar, em bibliotecas, livrarias, museus, teatros, auditórios, associações culturais, juntas de freguesia, cafés, barbearias, de Santiago de Compostela a Faro.
Como fio condutor, o prazer de descobrir a palavra, de partilhar a palavra dita, de viver a palavra poética.
Em 2009 o Sindicato tem vindo a apresentar um ciclo de recitais, denominado "Doze Meses Menos Um - Rascunhos", onde cada mês (excepto Agosto) é apresentado um recital diferente. Desde Janeiro, os temas têm sido:
#1 Aqui vai tudo de mal a pior – contos de “A Planície em Chamas”, de Juan Rulfo
#2 A distância que agora nos separa – os poemas de Daniel Faria
#3 A Questão da Primavera – textos das primeiras Vanguardas do século XX
#4 Memórias de uma menina bem-comportada – as palavras de Simone de Beauvoir
#5 emBRECHTados – a poesia de Bertolt Brecht
#6 Erva daninha – as palavras das canções de António Variações
#7 LORCA QUE TE QUIERO LORCA – poemas de Federico Garcia Lorca
#8 Mui Alto e Mui Perflugente Recital – o Cancioneiro Geral de Garcia de Resende
#9 (estreia a 26 de Outubro) – A Poesia, o Vinho e as Rosas


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27 de Julho de 2009

Lorca que te quiero Lorca

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doze meses menos um - rascunho # 7

LORCA QUE TE QUIERO LORCA

27 de Julho de 2009
Velha-a-Branca Estaleiro Cultural, Braga


O Sindicato de Poesia apresenta no dia 27 de Julho o Rascunho #7: “Lorca que te quiero Lorca”, às 21h45, na Velha-a-Branca, Largo da Sra.-a-Branca, 23, Braga. Poemas de Federico García Lorca, ditos por Ana Arqueiro, Ana Gabriela Macedo, Ana Rei, António Durães, Arlindo Fagundes, Armanda Queiroz, Carlos Silva, Fernando Duarte, Francisca Vasconcelos, Gaspar Machado, Irene Brito, Luís Barbosa, Luís Barroso, Luísa Fontoura, Manuela Martinez, Marta Catarino e Paulo Pereira. Ainda com Sara Amorim, com coordenação de António Durães e Marta Catarino.
Este recital insere-se na iniciativa Doze Meses Menos Um: rascunhos. O Menos Um é Agosto, pelo que nos voltaremos a ver em Setembro.

«Federico García
hasta ayer se llamó: polvo se llama.
Ayer tuvo un espacio bajo el día
que hoy el hoyo le da bajo la grama.
Tanto fue! ¡Tanto fuiste y ya no eres!
Tu agitada alegría
que agitaba columnas y alfileres,
de tus dientes arrancas y sacudes,
y ya te pones triste, y sólo quieres
ya al paraíso de los ataúdes.»


in Elegia a la Muerte de García Lorca, Miguel Hernández.

Não, não é nenhuma efeméride. Efeméride seria a chegada do Homem à Lua, mas não tinha Lorca chegado antes? Por el cielo va la luna con un niño de la mano…
A poesia, o drama e a prosa de Garcia Lorca alimentam-se de obsessões. O Sindicato, que é obcecado por Poesia, apropria-se de alguns poemas do escritor Granadino, que nunca pertenceu a partido algum e foi por isso assassinado, para transmitir algumas impressões da sua obra: extractos de Romancero Gitano, Llanto por Ignacio Sánchez Mejías, Diván del Tamarit, e Poeta en Nueva York procuram caminhos numa noite de Verão, em direcção ao seu universo tão particular. Porquê esta selecção? Porque é a nossa preferida.

As imagens sombrias e inquietantes, de um mundo mitológico movido por forças indefiníveis, que povoam esta obra, assumem aqui um lado mais lúdico: é Verão, o calor tanto mata os toureiros como enlouquece os amantes, mas teremos sempre Cuba. E ressoarão os acordes de Lorca, na Andaluzia e em Braga.


poemas de Federico García Lorca ditos por: Ana Arqueiro, Ana Gabriela Macedo, Ana Rei, António Durães, Arlindo Fagundes, Armanda Queiroz, Carlos Silva, Fernando Duarte, Francisca Vasconcelos, Gaspar Machado, Irene Brito, Luís Barbosa, Luís Barroso, Luísa Fontoura, Manuela Martinez, Marta Catarino e Paulo Pereira

Música interpretada ao vivo: Sara Amorim

Cartaz: João Catalão

Fotografia: Manuel Correia

Direcção: António Durães e Marta Catarino

Cumplicidades: Biblioteca Pública de Braga, Velha-a-Branca, Rádio Universitária do Minho















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29 de Junho de 2009

Erva Daninha

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o sindicato de poesia apresenta
DOZE MESES MENOS UM – RASCUNHO # 6



erva daninha


as palavras das canções de António Variações

no Museu Nogueira da Silva, Braga
no dia 29 de Junho, segunda-feira, às 21h30

com: Arlindo Fagundes, Daniel Pereira, Fernando Coelho, Gaspar Machado, Jorge Rodrigues, Luís Barroso, Neurónios aBariados (DP, Manuel Carvalho, Paulo Fernandes, Rui Fernandes, Vasco Oliveira) e Paulo Pereira

Som: Ana Pereira

Cartaz: Arlindo Fagundes

Fotografia: Manuel Correia

Cúmplice: Eduardo Jorge Madureira

Cúmplice «com vídeo»: Fernando Duarte

Direcção: António Durães

Cumplicidades: Biblioteca Pública de Braga, Velha-a-Branca, Museu Nogueira da Silva, Rádio Universitária do Minho


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A 13 de Junho de 1984, em Lisboa, morria como António Variações, aquele António Joaquim Rodrigues Ribeiro que nasceu a 3 de Dezembro de 1944 em Fiscal, Amares, (embora tenha sido registado só a 6 de Janeiro do ano seguinte).
A notoriedade de Variações não é, não deixando também de o ser, a razão primeira para este recital. Mas quisemos saber, como em tempos já o havíamos feito de forma mais sistematizada com José Afonso (num recital dirigido por Afonso Fonseca), o que é que valiam as palavras das canções de Variações, tantas delas arrancadas à lógica do sound bite, da palavra de ordem, do provérbio popular. E com a mesma paixão com que nos embrechtámos com o poeta alemão, e com que nos envolveremos com os poemas de Lorca, no recital que faremos a seguir, antes de parar para férias, mergulhámos no mundo do Sr. António (como gostava de ser tratado na barbearia), com a reverência que se deve a alguém que prezamos.
As conclusões a que chegámos, estão neste rascunho, o sexto desta série de onze, que nos propomos artesanar este ano.
António Variações tem a magia da margem. Apetece segui-lo nessa viagem solitária, ser a sua sombra na perseguição do sonho que o fez, aos doze anos, sair de Fiscal e arrostar com o desconhecido: ser artista. E a força que resulta desse combate está nas canções que construiu. Sobre esse manancial, com um som construído nessa ponte fantástica por ele arquitectada e que se estendia da Sé de Braga a Nova Iorque, muito já se escreveu e se experimentou.
Mas, e as palavras? O que valem elas despidas das melodias que imediatamente lhes reconhecemos? Sem aquela voz estridente que cantava uma oitava acima de todos os arranha-céus conhecidos, e que se pegam a elas como uma praga, uma espécie de gripe variada, para quem não há Tamiflu redentor?
Tentámos humildemente neste recital descobrir isso. Encontrar a essência das palavras, para lá da preocupação da rima, do ritmo, da métrica. Contrariando, até, a canção, os seus mais íntimos requebros, revelando (se é que isso é possível) o gesto indutor, a batuta emotiva que comanda, que determina, que lhe dá alma e sopro e melancólica identidade.

Sou, eu sei que sou terra
Terra agreste por lavrar
Silvestre monte maninho
Amora fruto sem tratar

Sou, eu sei que sou pedra
Pedra dura de talhar
Sou joga pedrada em aro
Calhau sem forma de engastar

(…)

Sou, eu sei que sou erva
Erva daninha a alastrar
Joio trovisco ameaça
Das ervas doces de enjoar

E, de quando em vez, (como resistir?), dando espaço à canção. Que as canções repetidas de Variações, são uma das boas homenagens que lhe podemos fazer.
















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alinhamento


1 - Olhei para trás – AF
2 - Linha-vida – GM
03 - A culpa é da vontade – FC
04 - Anjinho da guarda – LB

canção: Anjo da Guarda (NA)

05 - Amor de conserva – PP
06 - Perdi a memória – LB
07 - Canção do engate – FC
canção: Canção de Engate (NA)

08 - Deolinda de Jesus – GM
09 - Muda de Vida – AF
10 - Tu Aqui – DP
11 - É p’rá amanhã – GM
12 - Estou além – LB

canção: Estou Além (NA)

13 - Gelado de Verão – DP
14 - Já não sou quem eu era – PP
15 - Maria Albertina – GM
16 - Na lama – AF
17 - Não me consumas – PP
18 - O Corpo é que paga – DP
19 - Quero é viver – FC

canção: Quero é Viver (NA)

20 - Todos temos Amália na voz – LB
21 - Rugas – JR
22 - Toma o comprimido – GM
23 - Minha cara sem fronteiras – FC
24 - Quem feio ama – LB
25 - Erva daninha a alastrar – AF
26 - Sempre ausente – PP
27 - Adeus que me vou embora – LB

canção: Erva Daninha (NA)


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29 de Maio de 2009

Rússia, com a razão não te podem compreender

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Rússia, com a razão não te podem compreender
27 de Maio, 21h45, Velha-a-Branca

Na viagem que a Velha faz à Rússia, o Sindicato de Poesia usa as palavras de Fiódor Tiútchev, Vera Inber, Alexander Blok, Anna Akhmátova, Ilia Ehrenburg, Ossip Mandelstam, Marina Tsvetáieva, Serguéi Iessénine, Olga Berggolts, Bulat Okudjava, Ievgueni Ievtuchenko e Nikolai Gogol para a tentar compreender melhor. Nadejda Machado seleccionou os textos e Ana Arqueiro (aa), Gaspar Machado (gm) e Sandra Andrade (sa) são os sindicalistas de serviço. António Durães (ad) foi o sindicalista encarregue de fazer os pontos de ordem


Fiódor Tiútchev (ad, off)
Rússia, com a razão não te podem compreende (gm)
Vera Inber (ad, off)
Moscovo na Noruega (aa)
Alexander Blok (ad, off)
No campo de Kúlikovo (aa, gm, sa)
Anna Akhmátova (ad, off)
Ouvi uma voz (aa)
Coragem (gm)
Elegias do norte – Pré-história (sa)
Terra materna (gm)
Ilia Ehrenburg (ad, off)
Quando estamos mal, dizemos (sa)
Ossip Mandelstam (ad, off)
Século (aa)
Rasgões das enseadas redondas, cartilagem, o azul (sa)
Marina Tsvetáieva (ad, off)
Poetas (aa)
Serguéi Iessénine (ad, off)
Estou cansado de viver na minha terra natal (gm)
Eu não queria enganar-me (aa)
Olga Berggolts (ad, off)
Eu nunca poupo o meu coração (sa)
Bulat Okudjava (ad, off)
Homem (aa)
Ievgueni Ievtuchenko (ad, off)
Batem à porta (gm)
Nikolai Gogol (ad, off)
(excerto de) Almas Mortas (aa)

Cumplicidades: Biblioteca Pública de Braga e Velha-a-Branca